e esses
silêncios
tatuados
no tempo
plantam
no vazio
das horas
ausências
e não dizem
o que querem
e o que sentem,
mentem...
terça-feira, 31 de maio de 2016
segunda-feira, 30 de maio de 2016
ora...
quem dera
parasse
o tempo
como
param
os relógios
e acertar
os ponteiros
fosse apenas
um questão
de pilhas ou
de corda...
parasse
o tempo
como
param
os relógios
e acertar
os ponteiros
fosse apenas
um questão
de pilhas ou
de corda...
quarta-feira, 25 de maio de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
desperdícios...
preciso de foco
para apagar as luzes
desses meus fossos
não há sentido
na letra que mira
olhos que mirram
se é para ser morte
que seja lúdica e
limpa
e traga-me
no frio da lápide
um fiapo de vida...
terça-feira, 26 de abril de 2016
desditas...
hoje deixei
que me cutucassem
as feridas
e lá
por debaixo
das cascas
em meio
aos analgésicos
e a poesia
estavam
teus olhos
ainda...
que me cutucassem
as feridas
e lá
por debaixo
das cascas
em meio
aos analgésicos
e a poesia
estavam
teus olhos
ainda...
sexta-feira, 22 de abril de 2016
dantes
sem pilares
no presente
minha alma
à deriva anda
é um vai e não volta
em poesias inconscientes
em verbos pretéritos
em palavras ausentes
vago e vago
entre andaimes de versos
e em um nada tão longe
mostra-me o vácuo...
se tudo é espectro
ao toque da saudade
por que não perdem-se
tantas e tantas imagens?
no presente
minha alma
à deriva anda
é um vai e não volta
em poesias inconscientes
em verbos pretéritos
em palavras ausentes
vago e vago
entre andaimes de versos
e em um nada tão longe
mostra-me o vácuo...
se tudo é espectro
ao toque da saudade
por que não perdem-se
tantas e tantas imagens?
quinta-feira, 14 de abril de 2016
meadas
sem paciência
para cabelos
e espelhos
quero mais
a ausência
do medo...
dane-se o reflexo
dane-se a autodefesa
não nutro piedade
com olhos que buscam
corpos inteiros...
há tempos
sou de mim
um meio...
para cabelos
e espelhos
quero mais
a ausência
do medo...
dane-se o reflexo
dane-se a autodefesa
não nutro piedade
com olhos que buscam
corpos inteiros...
há tempos
sou de mim
um meio...
terça-feira, 12 de abril de 2016
silêncios...
são tantos olhares
no caminho das
palavras
um que tanto
me diz sobre
almas e carne
outro que insiste
na dicotomia entre
prosa e poesia
e um que crava
na pétala em branco
o fio da espera
e cala-me...
no caminho das
palavras
um que tanto
me diz sobre
almas e carne
outro que insiste
na dicotomia entre
prosa e poesia
e um que crava
na pétala em branco
o fio da espera
e cala-me...
quinta-feira, 7 de abril de 2016
sexta-feira, 25 de março de 2016
sina...
meu deus
como é triste
a palavra
que não
foi dita...
aquela
por debaixo
da língua
ou atrás
das cortinas
tudo
o que queria
era uma vitrine
exibir alma e ossos
e dizer:
eu existo...
como é triste
a palavra
que não
foi dita...
aquela
por debaixo
da língua
ou atrás
das cortinas
tudo
o que queria
era uma vitrine
exibir alma e ossos
e dizer:
eu existo...
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